terça-feira, 13 de outubro de 2009

Passarinho


Pode voar passarinho.
Não precisa levar
meus textos e pensamentos.
So vens quando estou triste.
E hoje, estou alegre...

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Quem sabe...


E esse sono, e essa malemolencia que nao passam?
E essa tristeza que quanto em vez retorna apenas para te falar coisas baixinho em teu ouvido?
E esse sorriso, hoje muito mais amarelo que antes?
E essa solidao insistente, insistente...
E esse coraçao que nao faz mais tum tum ( ou tum ta, como um amigo estudante de medicina diria), faz doi doi, doi doi e de tanto doidoidar esta ficando doido.
E essa vida sem graça e apatica, o que fazer com ela? o que fazer comigo? o que fazer com nossos pedaços em caco de vidro?
Nao sei. VOu voltar a dormir. Talvez um dia acorde sem sono, com a malemolencia, a tristeza, o sorriso amarelo, a solidao insistente, o coraçao doido e a vida apatica todos exterminados.
Quem sabe isso seja verdade... Quem sabe...

Querer ingrato


Queria compulsivamente esvaziar meus pensamentos para que mesmo no vao e no abismo entre nos, eu nao me guiasse a voce;
Queria ter certeza que es um passado distante e que de tao distante nao houvesse possibilidade de me atingir;
Queria que essa tua cara lavada de sorrisos baratos e momentos perfeitos nao atravessasse meu caminho;
Queria tanto gritar para o mundo e dizer: EU SUPEREI;
Queria falar: Esse cara ai do lado eh apenas uma fumacinha branca para lembrar que existiu um grande incendio, que acabou com tudo no nosso lar, cartas, livros, musicas, perfumes, estrelas, vidas...
Queria tanto, tanto, tanto, tanto... e de tanto querer acabei nao tendo nada do que quisera outrora. Ate voce, que finjo nao querer, eu quero. Com tudo o que sou e com todos os meus pensamentos...

domingo, 16 de agosto de 2009

Dialogo de dentro

- E ela voltou a construir o muro de pedras a sua volta.
- Medo?
- Sim. Medo de se doer. Medo que alguem penetre novamente em seu coração. Medo de se envolver e chorar no fim.
- Mas o envolvimento é inevitavel.
- É sim. Mas ela tenta se convencer que ao criar seu muro estara segura. Planeja ate plantar um girassol para lhe fazer companhia.
- Sinto saudade do sorriso dessa menina.
- Eu tambem sinto. Mas por hora, ela nao quer cativar ninguem. Hoje, quer que sejam responsaveis por ela, nao quer ser responsavel pelo mundo.
- Que triste. Ela mudou muito?
- Nao. Nao. Um dia ela volta e ilumina nossas vidas. Esta apenas precisando de recarga. Mas pode ter certeza, o sorriso dela voltará. Ela voltará.

terça-feira, 14 de julho de 2009

ONDE TEM BRUXA TEM FADA – Bartolomeu Campos Queirós

ONDE TEM BRUXA TEM FADA – Bartolomeu Campos Queirós


Ela foi para o azul.
Fez nuvem com seu vestido, colou sua estrela perto das que lá brilhavam. Seu chapéu, ela deu de presente para menino que por ali passeava... ( só em sonho)
E virou idéia.
Isso faz tantos anos!...
Um dia, Maria do Céu cansou de ser idéia. Com as nuvens, costurou um vestido. Pediu emprestado os sapatos de um anjo. Arrancou sua estrela e colou na ponta de um pedaço de raio de Sol.
Com retalhos de papel de seda – resto de papagaio solto de linha – construiu seu chapéu. E Maria, idéia no céu, virou fada!
Isso faz poucos dias...
Maria do Céu escorregou pelo brilho da Lua até a Terra.
Era um momento em que todos dormiam – até as ruas.
Ninguém, nem mesmo as folhas ou os ventos, viu a fada chegar.
Pela manha, Maria do Céu acordou com o Sol. Saiu só e cedo para saber em que cidade estava. Percorreu ruas e praças entre o povo.
Maria confundia a todos.
Uns diziam:

é bailarina
é artista de circo que anda em arame
é moça de novela
é visita de outras terras.

Outros teimavam que ela era

resto de Carnaval
garota-propaganda
cigana que tira sorte.

“ O muno mudou”, pensou Maria, idéia vinda do céu. “Nem mesmo os meninos conhecem as fadas e seus poderes.”
Maria do Céu, agora fada sem trabalho na Terra, passeando pelas calçadas, pensava em coisas simples de fazer:

sorvete de sonho
algodão-doce de nuvem
sapo virar príncipe
vestido com finos fios de ouro e prata
carruagem de abobora
bicicleta para passeios aéreos
jardim com flores e falas.

Mas Maria do Céu, que tudo podia, nada fazia. É que as fadas só realizam encantamentos quando pedimos. E ninguém pedia coisa alguma...
Maria era uma fada que olhava e gostava de saber das coisas. Assim, escutando, ela descobriu que outros mágicos tinham invadido a Terra e faziam coisas incríveis:

bicicleta com trote de cavalo
chicletes com vitaminas do super-homem
refrigerantes com sabor de vitoria
televisão com poeira de guerra
petróleo com gosto de sangue
Míssil mais feroz que a ambição.

Eles diziam onde as pessoas deveriam guardar seu dinheiro. Então o dinheiro crescia, crescia, crescia e ficava tão forte que os homens podiam comprar tudo: casa, carro, viagem, roupa, voto, poder, gloria “ sem entrada e sem mais nada”
A fada do céu sentiu que não tinha tamanhos poderes. Seus encantamentos só eram coisas de alegrar coração...
Maria, fada na Terra, adormeceu pensando em retornar ao azul e ser novamente idéia. Ela estava segura de que na Terra não havia mais lugar para fada especializada em produzir alegrias.
Os mágicos – prometendo o céu na Terra – davam tantas tarefas aos homens que eles não tinham tempo para saber que faltava tempo para a alegria nascer.
Maria do Céu, triste como o poente, amanheceu pronta para partir no ultimo raio de Sol, ao entardecer.
Mas justo nesse dia ela encontrou um amigo. Menino que lhe pediu para aprender a ler e escrever sem ir a à escola. Coisa muito fácil para uma fada vinda do azul.
Com um gesto breve e leve, Maria encostou uma ponta da estrela na cabeça do menino.
A alegria do menino foi tão grande que aprendeu ainda geografia, historia, astronomia e política.
Maria do céu não partiu no pôr-da-noite. “Ficarei mais um dia”, pensou ela, “para usar mais a minha vara de condão.”

Acordou pela manha, feliz como aluno em recreio, e saiu só, sem rumo, rua adiante. E ao primeiro menino ofereceu seus poderes.

- Não – disse o menino. – Quero aprender a ler e a escrever na escola. Ontem – continuou ele - um colega aprendeu sozinho e foi levado pelos doutores para o tratamento no hospital. Eles disseram que ele sabia mais do que devia. Não sei o que farão com ele! Talvez tome injeção de esquecimento. Com isso, eu fiquei com medo de saber.

O coração da fada disparou e só a noite conseguiu organizar esta idéia:
- Menino só pode saber das coisas que já foram testadas pelos adultos. Na terra não se pode aprender nada pelo coração. Ah!, os mágicos – exclamou Maria.
Maria não gostou do seu pensamento. Ela tinha certeza de que todos podemos saber muitas coisas só olhando o mundo. E menino aprende muito mais. Menino tem olhos novos e coração descansado.
Naquela noite, o silencio não deixou Maria dormir. Com o pensamento livre, ela pensou o mundo secretamente. Pensou e viu que só se pode ser fada na Terra. Ser idéia no céu não adianta nada. É como ser homem sem corpo na Terra.
O silencio de Maria pensou ainda sobre os mágicos que moravam na Terra. Eles só fabricavam magias convenientes para eles. E, para facilitar a produção, eles enchiam o coração dos meninos de esperanças. Quando uma esperança começava a morrer eles fabricavam uma nova.
A esperança passou a ser uma certa doçura que sossegava a todos.
Assim, Maria do Céu resolveu morar na Terra e se fazer fada definitivamente.

Maria, sabendo agora das manhas dos mágicos, tinha no rosto um riso quase de raiva.
Desceu para a praça, lugar onde o povo parava para pensar a esperança, vendo nas vitrines desejos de todas as cores, reuniu em roda os meninos e disse:
-Sou fada. Vivi antigamente na Terra, fazendo virar verdade todos os sonhos dos homens, Teci cobertores com cantos de passarinhos, para menino dormir um sono de floresta. Construí cidade de doce. Eram ruas cobertas de chocolates e casas de amor-em-pedaços. Dos chuveiros caíam fios-de-ovos ou eram cheias de mel as piscinas. Viajei com amigos para o fundo do mar, escutando canto de sereias ou montando em cavalo-marinho. Dei poderes aos sapateiros para costurarem botas-de-sete-leguas para menino correr o mundo. Casei príncipes e princesas em casas de anões ou em palácios reais. Um dia, saí da Terra para um repouso. Hoje voltei e posso atender a qualquer pedido. Peçam!

Mas menino algum abriu a boca.

Eles não estavam misturados – assustados e encantados com os poderes da fada Maria do Céu.
De repente, um gritou:
- Quanto custa, quanto?
- nada – respondeu a fada.
- De graça? – perguntou outro.
- Sim – falou a fada. – Eu trabalho pelo prazer de trabalhar. Enquanto trabalho e vocês ficam contentes vou aumentando a minha alegria. Alegria ninguém seqüestra. Eu durmo tranqüila e sem guarda para vigiar a minha casa. Alegria só aumenta e nem precisa depositar. Ela rende juros no coração.
Os meninos estavam gostando da fada, mas não sabiam o que pedir. Viviam tão acostumados a ter só esperança que a idéia de ter uma coisa de verdade fazia o coração ficar aflito.
Mas a fada não desanimava. Ela sabia que menino tem tanto desejo adormecido!
E continuava:
- Peçam viagens ao centro das sementes para ver a arvore antes de nascer. Peçam ruas cobertas de musica para o caminho ser canção. Ou, quem sabe, livros com folhas brancas para os olhos inventarem as historias! Peçam passarinho ensinando que dorme na palma da Mao... Peçam luz de luar com gosto de suspiro para que se tenha sonho doce...
Enquanto falava, a fada lia paisagens nos olhos dos meninos.
De repente, uma voz de menina murmurou com medo:
- Eu quero uma cama para dormir. Sem cama não posso pedir sonhos.
Os meninos calaram...
A fada, assustada, olhou no coração da menina e viu a esperança balançando.
Com gesto preciso, fez surgir, no centro da praça, uma cama de madeira polida e mais um colchão de algodão macio.
-É sua – disse a fada.
A menina, olhando de longe e com medo daquela verdade, respondeu:
- não quero mais. Não tenho casa para guardar a cama.
A fada sem vacilar, continuou seu trabalho, fazendo nascer, no meio da praça, uma casa, com janelas para os quatro cantos do mundo! E. dentro da casa, a cama.
A alegria engoliu os meninos, que dançavam roda em volta da casa, olhavam pelas janelas, subiam no telhado, fingiam sono sobre a cama.

“A alegria é também uma maneira de menino organizar o coração” pensou a fada.
No meio da brincadeira que os meninos viviam, na praça, foram aparecendo magicamente

o banqueiro
o industrial
o economista
o arquiteto
o deputado
o professor
o padre
o delegado.

Sem reparar na alegria dos meninos, o prefeito discursou:
- Senhores, a praça foi feita para o povo pensar a esperança. Não posso deixar esta casa plantada no meio dela. Como representante legitimo do povo, mandarei destrui-la.
O banqueiro perguntou ao industrial:
- Como a casa foi construída, se ninguém me pediu dinheiro emprestado?
O industrial respondeu:
- Seu material de construção não foi comprado na minha industria. É contrabando.
O economista disse:
- Não fui consultado sobre os preços da construção.
O político discursou:
- Minha gente, eu não usei minhas Medidas Provisórias.
O arquiteto conto que não recebeu nenhuma encomenda do projeto e o professor lamentou a falta de cultura do povo.
O padre apenas rezou:
- Santo Deus!

E o delegado, que tudo ouviu, apenas ordenou aos soldados:
- Prendam imediatamente a pessoa que desobedeceu a lei .
O grito do delegado fez a tristeza visitar a cara dos meninos. Então Maria, fada presa na terra, falou com os olhos um segredo no pensamento de cada um deles.
Eles entenderam tão bem que o sorriso tomou conta do corpo inteiro deles, menos do ódio dos soldados. Mas a fada olhou para todos, na praça, de maneira tão desarmada que desarmou ate os guardas.
Ela partiu rua acima, carregando um coração muito livre mais um policial de cada lado.
Maria, deixada numa cela com janela quadriculada, passou em revista o mundo. Um pensamento quadrado entrou pelas grades:
“O mundo pertence agora aos mágicos e só eles pensam poder modificá-lo.”

A fada compreendeu por que era importante, para os mágicos, os meninos terem esperança. A esperança é uma coisa que sempre espera e nada faz.
Enquanto Maria pensava, os meninos dormiam e sonhavam verdades que só eles e a fada podem sonhar. Nem o barulho das máquinas derrubando a casa da praça incomodava o sono.

No outro dia, os meninos acordaram mais donos do segredo. Saíram cedo para os seus deveres, evitando passar pela praça. Não era mais preciso pensar a esperança nem ver a casa destruída.

Maria foi levada para a sala de interrogatório. Assentou-se diante do delegado e ouviu a seguinte sentença:
- Fada não é nome nem sobrenome. Entrou na cidade sem passaporte, sem carteira de identidade, sem carteira profissional, sem titulo de leitor, sem cartão de credito e CPF. Não tem endereço de residência nem CEP e diz ter como profissão realizar desejos. Não é filiada a nenhum sindicado e ensinou menino a ler e escrever sem usar técnica de professor. Construiu casa sem empréstimo, avalista e projeto, em lugar proibido. Falou mal da esperança. Contou segredo no coração dos meninos. Sorriu no momento da prisão, desrespeitando as autoridades. Com certeza não foi informada de que vivemos em uma democracia. Por tudo, Maria do Céu é culpada e permanecerá presa ate que se prove o contrario.

A fada não entendeu nada. Era a primeira vez que escutava um adulto. Apenas pensou: “São mágicos e ainda falam uma outra língua”.
Maria, idéia condenada, usou, naquela noite, os seus poderes de fada. Virou vaga-lume. Passou pelas grades e sobrevoou a cidade. Viu que todos sonhavam com cidades onde a fantasia era possível e necessária. Cidades onde as fadas moravam sem causar medo. Lugares onde a esperança não durava mais que meio dia. Cidades sem mágicos e magias, mas cheias de encantamentos.

O sonho dos meninos alegou a fada- madrinha, que naquela madrugada partiu para outra parte do mundo. Se exilou, talvez, em outras terras.

O certo é que Maria do Céu passou pela Terra em forma de fada e vestida de anjo, mas só alguns viram. Passou breve, deixando com os meninos uma idéia que trouxe do azul. Chegou como um arco-íris, sem aviso.
Desde a manha do dia seguinte ate hoje, todos da cidade procuram a fada. Alguns acreditam que ela trocou de nome, vestiu-se com outros panos e vive na cidade. Outros afirmam que ela virou professora e ensina às crianças como se defender dos mágicos.
Mas as crianças, que sabem do segredo. Reparam na procura dos adultos e sorriem. Quando alguém, impaciente e ameaçado com o desaparecimento da fada, pergunta a um menino qual é o segredo que ela soprou, ele responde:

- Amanha eu falo. Amanha eu falo.

sábado, 11 de julho de 2009

Pensar em você é Kriptonita

Fico fraco, perco o rumo, minha direção está oposta, corro contra a correnteza. Nao quero saber. Parecer louco? Pouco importa, na verdade o que importa realmente é o momento hoje. Futuro? Palavra engraçada essa nao é mesmo? Eu nao tenho controle nem do meu presente, seria muita pretenção achar que em um futuro [proximo ou distante] as coisas sairiam como o planejado. Acabei percebendo nessa minha vida que quanto mais planejo, mais as coisas fogem do ritmo. Acredito que seja para pegar uma preça na gente, sabe como é ne, O cara a de cima ou os caras aqui de baixo nao gostam de coisas pre-planejadas, precisamos da surpresa pra sentir o sangue correr nas veias, precisamos cortar pra sentir o sangue quente e vermelho correndo... Isso é vida... Nao ter certeza de nada é vida. É muito chato você ter a certeza de tudo, ser previsivel é a pior coisa que um humano pode preservar. Cosiderações imediatas. Verdades relativas!


"Eu tenho o mundo inteiro pra salver e pensar em você é Kriptonita"

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

O QUE APRENDI MORANDO UM ANO FORA DE CASA?


“Volta, ou vai embora meu amor... Sem ameaças ensaiadas na frente do espelho... O caminho mais fácil nem sempre é melhor que o da dor... de uma chance pra vida lhe mostrar, não seja assim tão dura com as palavras...”

O que eu aprendi morando um ano fora de casa?

1. Aprendi que a ficha demora mais ou menos uma semana p cair qd vc vai morar em outra cidade estranha, e descobri mais, vc acaba se acostumando com a idéia;
2. Aprendi que vc não pode confiar em todas as pessoas que te circundam, e aprendi mais ainda que vc precisa confiar nas pessoas que te circundam, pois serão elas que qd vc adoecer te farao um cha de limão, alho e mel;
3. Aprendi que vc precisa aprender a cozinhar, e que não da p sobreviver de macarrão com sardinha e arroz com salsisha...
4. Aprendi a fingir que não estava no apartamento qd alguem batia na porta, so pq eu gostava de ficar sozinha em ksa...
5. Aprendi que nenhum homem é uma ilha, vc precisa se abrir com as pessoas e precisa também ouvi-las;
6. Aprendi que vc encontrara mtas pessoas tentando crescer na sua queda, e que se vc não for esperto, realmente vai cair.
7. Aprendi que a saudade não tem como se evitar, vem e volta qd e como quer... Aprendi que por causa disso vc vai dar mais valor as pequenas coisas, como o bom e velho feijão ou o abraço...
8. Aprendi que saudade dói, e que terá dias que vc precisa saber que é amado... Precisa saber que tem alguém do outro lado da terra torcendo por vc e esperando o seu retorno ansioso... Saber que na verdade isso td vai passar.
9. Aprendi que quanto mais eu ocupar meu tempo, menos eu ficarei triste e pensando em bobagem, e quanto mais eu ajudar as pessoas mais elas vão me ajudar...
10. Aprendi que nunk estamos preparados o suficiente, e que ainda sou uma menina com medo do mundo, a única diferença é que eu cresci e agora sei fingir ser grande...
11. Aprendi que vc terá vários caminhos... Bons e ruins... Alguns que se vc não tiver cuidado não tem como voltar facilmente, vc tem que ficar esperto nos locais p onde te chamam, no que te oferecem e com quem vc anda, e isso não é uma forma de preconceito não, é sim uma forma de proteção...
12. ... Aprendi coisas q eu ainda não sei dizer ^^